sexta-feira, 6 de maio de 2016

REFUTAÇÃO AO DISPENSACIONALISMO PRÉ TRIBULACIONISTA

Os argumentos que "provam" o pré-tribulacionalismo são os seguintes:

1) A clara distinção entre Israel e a Igreja;
2) Entendem que não é apropriado os cristãos estarem sobre a terra na ocasião do derramamento da ira de Deus no período tribulacional;
3) Textos tais como: Ap 3:10; Mt 24; Dn 7:25; 9:27; 12:7,11.

Contudo,

1) O Novo Testamento não sustenta uma distinção entre Israel e a Igreja (Ef 2);
2) Escapar da ira de Deus não significa necessariamente ser livre do sofrimento advindo da oposição promovida por Satanás bem como a perseguição contra a igreja de Cristo na terra;
3) Ainda ligado ao item 2 existe inúmeros exemplos bíblicos desde o Gênesis em que Deus não livra seus servos da tribulação, mas NA tribulação. Em alguns casos Deus derrama sua ira sobre os rebeldes, mas livra seus servos (o Dilúvio, a morte de Faraó e seus exércitos no meio do mar, os três jovens na fornalha de fogo, etc);
4) Os textos bíblicos são insuficientes para respaldar o retorno de Cristo em duas fases e são inferências que dão margem discutíveis;
5) Os teólogos mais antigos da Igreja defendem o pré-milenismo clássico ou histórico, mas nunca ensinaram o Dispensacionalismo. Este, era desconhecido na história da Igreja até ser proposta no século XIX (1800-1882) por John Nelson Darby.

Das posições escatológicas, a meu ver, as duas mais fortes são o amilenismo e o pré-milenismo histórico.

Mas como gosta de afirmar Augustus Lopes todas elas possuem coisas em comum tais como a vinda de Cristo, o estado eterno, a ressurreição dos mortos, o juízo final.

No amor de Cristo,

2 comentários:

  1. Parceria amigo. Juntos crescemos mais!
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  2. Gostei muito do seu blog. Vou incluí-lo nos meus links. Sou pré-milenista histórico.
    Abraço.

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