quarta-feira, 29 de maio de 2013

A NECESSIDADE DA COMUNHÃO ENTRE OS SANTOS

Por Gilson Barbosa

Há diversos fatores que possuem o potencial de impedir a comunhão entre os seguidores de Cristo. Dentro de um contexto amplo temos o denominacionalismo. Sei de projeto de evangelismo interdenominacional que não deu certo por causa de usos e costumes. Os irmãos da igreja A eram “liberais”, e os irmãos da igreja B eram radicais, e não toleravam quem não fosse adepto dos usos e costumes. Pronto! Estava lançada a intolerância, discórdia e desunião interdenominacional.

Num contexto limitado (no convívio da igreja, por exemplo) temos a questão das personalidades ou temperamentos humano. Não é difícil nos relacionarmos bem com pessoas que se identificam conosco ou que são de temperamento moderado. O difícil mesmo é tolerar aquele que é egoísta, orgulhoso, de opiniões exclusivistas, “pavio curto”, desequilibrado, etc. Mas, como servos de Cristo temos que suportar essas pessoas. O Senhor Jesus ordenou que amássemos a todos. Não é tarefa fácil. 

Outro fator que dificulta a comunhão é quando há cumplicidade entre os membros da igreja. Isso é muito comum, principalmente, entre oficiais de igrejas administrada no sistema episcopal. A cumplicidade quase sempre é resultado de pecado oculto. Isso acontece, por exemplo, quando o ministério (a direção da igreja) resolve agir arbitrariamente em questões administrativas e os demais obreiros não podem nem devem sequer indagar a respeito das decisões tomadas. O certo é, que em determinadas situações não podemos nem devemos ter comunhão com aqueles que se dizem irmãos, mas querem nos englobar nos seus pecados. Lembro-me do axioma profético: Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?

Afirmei na postagem anterior que pela graça do Senhor estamos em união com Cristo. O apóstolo Paulo disse aos colossenses que “a vida de cada um deles estava escondida com Cristo em Deus” (3:3). E se desfrutamos das graças de Cristo, que são Suas bênçãos espirituais, também gozamos da mesma comunhão com nossos irmãos nos mesmos dons e graças uns dos outros. Portanto, não deveria haver invejas, intrigas ou dissensões em nosso meio, pois devemos estar unidos uns aos outros em amor.

Se os irmãos da igreja de Corinto se aplicassem nisso não haveria divisão nela. Divisão movida por preferencias pessoais. Não se alegravam no fato de que a qualidade na mensagem dos seus pregadores era para deleite deles mesmos. Por isso algum deles afirmava: “Eu sou de Paulo”; o outro “Eu sou de Apolo”; o outro “Eu sou de Pedro”; e ainda outro “Eu sou de Cristo”. O apóstolo Paulo procura corrigir a distorção e afirma que devem usufruir dos privilégios mutuamente.

Portanto, ninguém se glorie nos homens; porque tudo é vosso; Seja Paulo, seja Apolo, seja Cefas, seja o mundo, seja a vida, seja a morte, seja o presente, seja o futuro; tudo é vosso, E vós de Cristo, e Cristo de Deus. (1 Coríntios 3:21-23).

Paulo começa dizendo que seja um pregador ou outro, os irmãos deveriam aproveitar o máximo da mensagem do Senhor por intermédio deles e se recrearem nisso, não preferindo um em desonra ao outro. E mais, seja o que for todos eles sofrem os efeitos das contingencias da vida, tais como a morte, o presente, o futuro, o mundo. Ninguém deve se considerar melhor ou pior que o outro, pois somos todos iguais, enfrentaremos as mesmas adversidades e estamos nos conduzindo ao mesmo final. Assim como somos de Cristo, e Cristo de Deus, todas as coisas são para nosso deleite espiritual. Em outras palavras, é quase uma obrigação termos comunhão uns com os outros e nos alegrarmos nesta realidade.

Na igreja visível de Cristo não deve haver individualidade. Tanto a edificação, consolação e exortação devem ter como objetivo o Corpo de Cristo e não o indivíduo em si; o gozo pela felicidade do outro, a tristeza pelo pecado de um irmão, a gentileza no trato com os mais simples, a ajuda social aos pobres, tudo isso deve ter como perspectiva o coletivo e não a individualidade.

E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo, para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor. (Efésios 4:11-16)

O mundo de hoje incentiva o indivíduo na sua individualidade em detrimento da coletividade. Na nossa sociedade não há mais gentileza, cortesia ou educação. É cada um por si. O transito das grandes cidades, por exemplo, reflete este triste sentimento e a dura realidade. Porém, não deve ser assim entre os discípulos de Cristo. Note nos versículos acima que Paulo fala no plural. O desejo de Paulo é que os santos sejam aperfeiçoados, que cheguem à unidade da fé, que não sejam mais meninos inconstantes, que em Cristo cresçam em tudo. Não há espaço para o egoísmo, egocentrismo, exaltação e individualidade. Todos participam juntos e são edificados juntamente em amor.

O mesmo se dá quando um irmão peca. Todos na igreja deveriam sentir tristeza e pesar pelo seu pecado. Não podemos estar indiferente diante de uma situação de calamidade espiritual ou até mesmo social. Quantos que se apartam do irmão que pecou como se o transgressor fosse semelhante aos leprosos em Israel, quando na verdade deveríamos exortá-lo em amor. Outros veem seu irmão em dificuldade social, tais como ausência de veste ou alimentação, e possuindo condições nada fazem para ajuda-lo. O apóstolo Paulo escreveu que...

que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele. (1 Coríntios 12:26)

Não adianta muito uma igreja se vangloriar de possuir todos os dons carismáticos se não há unidade no Corpo. Esta unidade subentende que todos os membros do Corpo de Cristo tenham igual cuidado uns pelos outros (I Coríntios 12:25). A individualidade possui ênfase mais na questão da função ministerial do que na prática acionária dos dons. Por isso o apóstolo continua dizendo:

Ora, vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular. E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro doutores, depois milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. (1 Coríntios 12:27-28)

Temos o dever de amar uns aos outros, particularmente e publicamente, e contribuirmos para o aproveitamento mútuo nos sentidos imaterial e material do homem – tanto o interior quanto o exterior. O fato é que devo servir de ânimo e conforto ao meu irmão nas suas múltiplas necessidades. É o que Paulo afirmou à igreja romana:

Porque desejo ver-vos, para vos comunicar algum dom espiritual, a fim de que sejais confortados; isto é, para que juntamente convosco eu seja consolado pela fé mútua, assim vossa como minha. Não quero, porém, irmãos, que ignoreis que muitas vezes propus ir ter convosco (mas até agora tenho sido impedido) para também ter entre vós algum fruto, como também entre os demais gentios. (Romanos 1:11-13)

Cada crente também é chamado para a mútua assistência nas questões espirituais, ministeriais, morais e até mesmo sociais. Está em foco, neste caso, o diálogo franco e aberto, feito com amor, sabedoria e muita, mas muita prudência. Por causa da queda do homem esse fator ficou quase totalmente perdido. É comum irmãos ficarem sabendo de questões íntimas de outros e espalharem maldosamente boatos na igreja local publicando os mesmos. As pessoas não são capazes de ouvir as dificuldades alheias e buscar aconselhar e orar pelos faltosos ou os que estão em desatino espiritual. Porém, ainda que estranho para muitos crentes, o conselho apostólico admite que os crentes exortem-se e edifiquem-se entre si dentro do convívio cristão. Isso não significa intrometer-se na vida do outro, mas procurar fortalecê-lo em Cristo, levando-o ao amadurecimento espiritual:

Por isso exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis. E rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam; e que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós. Rogamo-vos, também, irmãos, que admoesteis os desordeiros, consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos, e sejais pacientes para com todos. Vede que ninguém dê a outrem mal por mal, mas segui sempre o bem, tanto uns para com os outros, como para com todos. (I Tessalonicenses 5: 11-15)

Que o Senhor nos dê da sua graça para nos amarmos, apesar das inúmeras diferenças. A intolerância não é uma questão somente da sociedade não regenerada. Os servos do Senhor também tem se mostrado intolerantes a respeito de doutrinas, teologias, dogmas, hábitos, tradições religiosas, etc. Não significa que compactuo com a perversidade teológica em detrimento da ortodoxia, mas, que não posso depreciar, menosprezar e até mesmo odiar meu irmão só porque ele não pensa, não vive ou não age como eu.

Em Cristo,


terça-feira, 14 de maio de 2013

A DIFÍCIL COMUNHÃO COM CRISTO

Por Gilson Barbosa

Os psicoterapeutas modernos veem o individualismo positivamente. Dizem que o erro está no egoísmo, que seria um estágio de imaturidade emocional. É certo que em dado momento é bom ficar a só para refletir ou ponderar sobre certas questões. Porém, o cristianismo não incentiva a individualidade. O psicoterapeuta Flávio Gikovate afirmou que “a palavra individualidade tem conotação positiva, como a conquista de um estado de autonomia”. Eis aí o problema para os cristãos: a autonomia humana. A mutualidade é imprescindível no cristianismo.

Minha intenção é desenvolver a postagem em duas partes. Nesta parte pretendo falar da necessidade que temos de ter comunhão com o Deus Triuno.

Definição

Para que definamos corretamente o que é comunhão temos que considerar primeiramente seus dois sentidos: vertical e horizontal. Um depende do outro para ser eficaz em seu resultado. Não acredito que consigamos amar verdadeiramente aqueles irmãos “difíceis” no convívio cristão, se primeiro não tivermos comunhão com o Deus Triuno. Foi exatamente isso que disse o apóstolo João aos seus leitores:

“o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo”. (I João 1:2,3).

União e comunhão

Nesse momento é importante distinguir entre a nossa união com Cristo e nossa comunhão com Ele. A união com Cristo significa que fomos dados por Deus à ele desde a eternidade. Nossa união com Cristo é posicional. É denominada de união judicial ou legal. Tem haver com os seguintes aspectos: passado (fomos salvos), presente (estamos sendo salvos) e futuro (estaremos definitivamente salvos).

“As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar”. (João 10:27-29);

“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda a sorte de bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele” (Efésios 1:3,4).

Já a nossa comunhão com Cristo é algo paulatino, progressivo, metódico. A comunhão pode ser definida como “a participação comum em algo”. Se de fato fomos unidos a Cristo por Deus, devemos ter comunhão com Ele em suas graças, sofrimentos, morte, ressurreição e glória.

Elementos da comunhão com Cristo: graças, sofrimentos, morte, ressurreição e glória

As graças de Cristo trata-se das bênçãos espirituais proporcionadas por Ele aos seus escolhidos: “Porque todos temos recebidos da sua plenitude e graça sobre graça” (João 1:16). É o gozo que o fiel deve sentir em ser salvo por Cristo e servi-lo até o fim. Este fato nos obriga humilharmos e deixarmos ser supridos por Cristo em nossas necessidades espirituais. John Charles Ryle (o bispo Ryle), afirmou que está guardado em Cristo

                   “... como na casa do tesouro, um suprimento ilimitado de tudo quanto o pecador necessita, no tempo presente e na eternidade. Sua dádiva especial à igreja é o Espírito de vida, o qual, assim como uma grande raiz, transporta a seiva e o vigor espiritual de Cristo a todos os ramos que nele creem. Jesus Cristo é rico em misericórdia, graça, sabedoria, justiça, santificação e redenção”. (Meditações no Evangelho de João, p. 13).

Recebemos a graça de Cristo em nossas vidas, portanto, temos de estar ligado a Ele, desfrutando e compartilhando de sua graça as demais pessoas. Ter Cristo na vida é como “um grande achado”. Ele é a pérola de valor inestimável.

Se participar das graças ou virtudes de Cristo é o que todos querem, não acontece o mesmo com a participação nos Seus sofrimentos – que diga a teologia da prosperidade e o triunfalismo evangélico.  Ter comunhão com Cristo nos seus sofrimentos, na verdade, trata das implicações negativas em servir a Ele. A praga daninha do evangelho da prosperidade e do triunfalismo não se sustenta diante desta doutrina. Leia os versículos que seguem e reflita se eles deveriam adjetivar seus autores como “fracos”, “covardes”, “não espirituais”, “carnais”, ou se o que escreveram representa a verdade do evangelho de Cristo.

O apóstolo Paulo disse: “Agora, me regozijo nos meus sofrimentos por vós, e preencho o que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja (Colossenses 1:24). O apóstolo Pedro disse palavras mais contundentes ainda:

“Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando. Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espirito da glória de Deus. Não sofra, porém, nenhum de vós como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outrem; mas, se sofrer como cristão, não se envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome.”  (I Pedro 4:12-16)

É óbvio que nenhum cristão gosta de sofrer, não somos uma espécie de masoquista. Mas, o sofrimento é parte da glória de Deus em nossas vidas. É difícil compreender isso, mas, é assim que Deus trabalha. A obra de Deus sempre avançou nas dificuldades, perseguições ou provações. Padecer por Cristo é uma honra, e não uma vergonha. O apóstolo Paulo, diferente do evangelho triunfalista que presenciamos em nossos dias, sabia que suas prisões, apedrejamentos, naufrágios, surras, fome, frio, enaltecia o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Ele encorajou os irmãos filipenses que preservassem a unidade cristã na luta:

“Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vos outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica; e que em nada estais intimidados pelos adversários. Pois o que é para eles prova evidente de perdição é, para vos outros, de salvação, e isto da parte de Deus. Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de crerdes nele, pois tendes o mesmo combate que vistes em mim e, ainda agora, ouvis que é o meu.” (Filipenses 1:27-30)

O terceiro elemento da comunhão com Cristo forma um par: morte e ressurreição. A morte e ressurreição de Cristo foram extremamente significativas para nós, pois, há relação entre o batismo em água, que é o sinal e selo da união inicial com Cristo, com a morte e ressurreição de nosso Senhor. Note o que Paulo disse aos crentes romanos:

“Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição, sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; porquanto quem morreu está justificado do pecado.” (Romanos 6:3-7)

A identificação do crente na morte e ressurreição de Cristo com o batismo deve gerar no crente os sinais de regeneração, o fruto do Espírito. Ele deve andar em novidade de vida, pois “como tal, o batismo proclama que aqueles que estão unidos com Cristo morreram para o pecado” (Bíblia de Genebra – nota). Ou seja, se há união com Cristo deve haver também comunhão. Isso acontece mediante a consideração pela morte e ressurreição de Cristo, que nos vem à memória por meio do batismo.

O estágio ultimo e final, da nossa comunhão com Cristo, se dará quando formos glorificados. A glorificação dos escolhidos do Senhor significa a salvação final e completa na nova ordem de Deus – ou o estado eterno.

“Fiel é esta palavra: Se já morremos com ele, também viveremos com ele; se perseveramos, também com ele reinaremos.” (II Timóteo 2:12).

"Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados." (Romanos 8:17)

O primeiro e grande mandamento

É maravilhosa a comunhão que podemos ter com o Senhor. Porém, suas implicações possuem simultaneamente um gosto amargo e doce. Mas isso é apenas a primeira parte do mandamento que Cristo mencionou em Mateus 22.37: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento.” Falta a segunda parte, o que pretendo postar assim que der.

Em Cristo,