segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

O QUE NÃO É O PECADO CONTRA O ESPÍRITO SANTO

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Equívocos acontecem o tempo todo causado por ignorância de alguns assuntos. Porém, o desconhecimento dos assuntos não atesta a veracidade do nosso ponto de vista a respeito dos mesmos. Esse tipo de pecado não é aquilo que nossa mente imagina ser, mas aquilo que a Bíblia diz ser. Esse ponto deve ficar bem claro para nós afim de que não divaguemos sobre o que seja esse pecado. 

1. Esse pecado não possui conexão com a negativa de Cristo. É muito comum o relato de experiências missionárias vividas sob pressão onde é exigido que, sob a mira de armas de fogo e outros meios, a pessoa negue a Cristo. Porém, ainda que possa parecer estranho, o fato de que em determinado momento alguém possa negar a Cristo, não caracteriza o pecado imperdoável. Temos na Bíblia informações de pessoas que se viram envolvidos nesta questão e que foram perdoadas pelo Senhor. É o caso de Pedro (Marcos 14:30; João 21:17). Deve ser observado também, que podemos negar a Cristo em nossa mente, pensamento, coração, atitudes, e não somente nos atos. A negativa de Cristo se configuraria pecado imperdoável somente se a rejeição fosse definitiva e para sempre. 


2. Esse pecado não significa ofensa verbal ao Espírito. Há muitas pessoas que, num ataque de fúria existencial, proferem palavras ofensivas contra Deus, Jesus ou o Espírito Santo. É certo que a pessoa que assim procede está trilhando o caminho da perdição, porém o ato em si não significa a blasfêmia contra o Espírito. O apóstolo Paulo afirmou que outrora ele havia sido um blasfemo: “a mim que anteriormente fui blasfemo, perseguidor e insolente; mas alcancei misericórdia, porque o fiz por ignorância e na minha incredulidade” (I Timóteo 1:13). Em alguma medida a pessoa que ainda não foi alcançada pela graça de Deus profere palavras de ira ou raiva contra a divindade. Se fosse esse o tipo de pecado imperdoável todos os ateus jamais seriam salvos. 

3. Esse pecado não significa entristecer o Espírito. Da mesma forma, em maior ou menor grau, até mesmo os salvos estão suscetíveis a esse tipo de pecado. O apóstolo Paulo advertiu: “Não entristeçam o Espírito Santo de Deus, com o qual vocês foram selados para o dia da redenção” (Efésios 4:30). Esse texto é importante porque expõe os dois fatos: salvação eterna e entristecimento do Espírito. Isso ocorre por meio dos pensamentos, das atitudes, do coração, dos atos, etc. Novamente nos reportamos às narrativas que mostram os servos de Deus cedendo às tentações, como é o caso de Adão, Abraão, Noé, Jacó, Moisés, Davi, etc; a lista é grande. Todos eles entristeceram o Espírito Santo de Deus. Davi chegou a ponto de dizer: “Não me expulses da tua presença, nem tires de mim o teu Santo Espírito” (Salmo 51:11). 


4. Esse pecado não é o suicídio. Ainda que seja um pecado sério contra Deus, e que um suicida pode estar trilhando o caminho da perdição, partimos da lógica de que se o único pecado imperdoável é a blasfêmia contra o Espírito, então o suicídio não o é. Há várias razões pelas quais uma pessoa pode chegar a triste e terrível decisão de tirar a própria vida, mas não é nossa pretensão discuti-las por enquanto. Devemos lembrar de que o autor de Hebreus confere à Sansão o status de herói da fé mesmo esse tendo cometido um ato suicida: “Que mais direi? Não tenho tempo para falar de Gideão, Baraque, Sansão, Jefté, Davi, Samuel e os profetas,” (Hebreus 11:32). Deus aprovou o ato de Sansão? Isso é algo que talvez nunca saberemos.



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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

PODEMOS ACEITAR A EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES? (VÍDEO)

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Boa parte dos países comemorou ontem (12/02) o “Darwin Day”. Segundo os idealizadores trata-se de uma celebração da ciência, humanidade e do aniversário de Charles Robert Darwin. Darwin descreveu a evolução biológica através da seleção natural por meio de experimentação e observação. Ele propôs a teoria da evolução das espécies em sua obra À origem das espécies. Para muitos estudiosos, a evolução das espécies é aceita como parte da ciência biológica. Esta teoria se opõe a doutrina bíblica da criação, ou seja, ao criacionismo. O vídeo abaixo intenciona responder a seguinte pergunta: “Podemos[os cristãos] aceitar a evolução?”. 



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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

DEVO ME TORNAR TUDO PARA TODOS? (I CORÍNTIOS 9:22)

Resultado de imagem para 1 corinthians 9.22É um absurdo, mas há “irmãos” que justificam seu pecado citando textos bíblicos. Lógico que são considerados isoladamente e fora do contexto. Sei de pessoas que dizem frequentar salas de bate papo (pornografia) para pregar o evangelho. Há possibilidade de verificar se isso é verdade? Não é muito subjetivo? Imagine o quanto de pecado similar a este cometeremos com base nessa experiência? Há outros que ingerem bebida alcoólica, frequentam espaços esotéricos (para meditação), participam de desfiles carnavalescos, visitam casas noturnas, etc.

Tais pessoas imaginam que o que Paulo disse aos coríntios se encaixa nas suas teorias: “Fiz-me fraco para com os fracos, a fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, a fim de, por todos os modos, salvar alguns” (I Coríntios 9:22). Para esses a pregação do evangelho é uma espécie de “vale tudo”. Algumas igrejas em épocas de carnaval organizam blocos de carnaval gospel. A ideia é que devemos nos tornar como as pessoas a fim de trazê-las para o evangelho.

Na verdade o apóstolo Paulo trata da questão sob os aspectos de duas culturas na igreja nascente: a judaica e a gentílica. Ou seja, havia entre os membros da igreja coríntia crentes judeus e estrangeiros. Obviamente esses grupos sempre trouxeram certa tensão relacional; o apóstolo busca aplicar o evangelho observando os devidos cuidados com os dois grupos.  Será que isso significa que o apóstolo Paulo era um dissimulado? Não, de maneira alguma!

Conforme a explicação dada aqui o que “Paulo fazia aqui em I Co 9:19-23 era adaptar-se, sem de maneira nenhuma, mudar seus valores, seus princípios. Como por exemplo: ele diz aqui no contexto, que ele não estava debaixo da lei de Moisés (não seguia as prescrições de ordem cerimonial, nem estava sob a condenação desta lei, por que Cristo nos libertou do pecado. Agora, quando ele estava entre os judeus, a fim de se familiarizar com eles, naquilo que não era contra o texto bíblico, ele se adaptava; e tem um exemplo bem claro dessa adaptação em At 16:3”. Ou seja, se algum procedimento não “feria” a ordem bíblica, a moral e a santificação cristã, Paulo adaptava a forma como iria se portar entre esses grupos. 

Se há algo que contraria o mandamento bíblico então não devo me adaptar a ele. O salmista disse que bem-aventurado é aquele que “não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores” (Salmo 1:1).
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sábado, 6 de janeiro de 2018

EM QUE SENTIDO JESUS É FILHO DE DEUS?


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Talvez o versículo bíblico mais conhecido da Bíblia seja João 3:16: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. Mas, algo deve ficar bem claro em nossa mente: dizer que Jesus é Filho de Deus não implica no sentido de criação, ou seja, que Ele teria sido criado ou gerado por Deus. Algumas seitas afirmam esse absurdo.

Entre as muitas heresias sobre a pessoa de Jesus as Testemunhas de Jeová ensinam que Jesus foi criado por Deus, e somente depois disso ele criou o mundo, conforme atesta João 1:3: “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele; sem ele, nada do que existe teria sido feito”. Ou seja, Jesus possui característica e atributos do ser divino, mas é um deus menor que o Pai. Essa teoria é antiga e foi idealizado por Ário, um presbítero de Alexandria, por volta do 4º século.  

           O pensamento racionalista de Ário o levou a negar a deidade de Jesus Cristo, sua preexistência, eternidade, e por fim concluir que Deus, o Pai, o criou da mesma forma como criou as demais coisas, como por exemplo, os anjos. Há coisas importantes para dizer a respeito do título “Filho de Deus” que não coadunam com as teorias dessas e de outras seitas.

          Alguns estudiosos cristãos negam a filiação eterna de Cristo e defendem a filiação encarnacional, ou seja, Cristo assume o papel de filho apenas após a encarnação. Qual a implicação disso? Crer que a noção de Filho aparece em Jesus somente na encarnação ou em momentos distintos tais como em seu batismo, ressurreição ou exaltação a destra do Pai é admitir que Deus existia sozinho na eternidade sem a presença de Cristo e do Espírito Santo; portanto a doutrina da Trindade seria extremamente prejudicada. Dizer que Jesus é “Filho de Deus” ou crer na filiação eterna de Cristo é assumir tanto a deidade de Cristo em igualdade com o Pai como sua eternidade. Cristo não é um ser divinizado, mas é o próprio Filho de Deus. Deus Pai não concede poderes a ele, mas ele é eternamente possuidor dos atributos da Divindade. A noção de filho, na Bíblia, não é a mesma que a nossa, no sentido de geração ou procriação, mas de possuir os mesmos atributos desde a eternidade.

            Jesus não passou a existir no século I em Belém da Judeia; seus dias são eternos, ou como afirmou o profeta Miqueias (5:2) “desde os dias da eternidade”. A expressão Filho significa simplesmente que Jesus é da mesma natureza do Pai. Tudo aquilo que é dito do Pai, é aplicado também ao Filho. 


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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

A BÍBLIA GAY

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A ideia de produzir uma Bíblia comentada que inclua os homossexuais surgiu no ano de 2012. A Bíblia, segundo seus idealizadores é a primeira no Brasil que traz comentários voltados para as minorias também – negros, pessoas com necessidades especiais,mulheres, homoafetivos, transexuais, travestis, etc”. O autor da Bíblia Gay, intitulada como “Bíblia Comentada Graça sobre Graça”, afirma possuir formação acadêmica e ter consultado os textos originais (grego e hebraico) para a produção da obra. No entendimento do autor “seu objetivo é anunciar as boas novas de salvação a todas as pessoas”.

Logo de início percebemos que na verdade os comentários são interpretações revisionistas que tentam afirmar o sexo com as relações homossexuais. É apenas mais uma tentativa de tornar essas interpretações revisionistas oficiais e aceitáveis. É a crítica homossexual de que as traduções tradicionais da Bíblia são homofóbicas, discriminatórias, corrompidas, arcaicas, etc.

O erro inicial em qualquer produção neste nível ou similar está na desconsideração relacional entre o autor do texto antigo e o leitor moderno. Na interpretação do texto bíblico original, a distância temporal entre o autor e o leitor moderno deve ser minuciosamente considerada. O leitor moderno jamais deve alterar o sentido das passagens bíblicas levando em conta apenas o seu próprio tempo histórico. Ele deve buscar o sentido original do texto para os primeiros leitores e então depois de muita análise interpretativa, cultural, gramatical e histórica, é que ele deve contextualizar o texto bíblico. Ao não tomar esse primeiro cuidado, qualquer prática pode ser aceita e defendida: pastorado feminino, movimento feminista, homossexualidade, etc.

O segundo erro cometido é a adição ou subtração de palavras e ideias arbitrárias nos textos bíblicos que condenam a homossexualidade. Como o texto segue uma ideia doutrinária concatenada, os editores da Bíblia Gay devem obrigatoriamente alterar ou adulterar versículos anteriores ou posteriores.  No Deuteronômio (4:1,2) há uma advertência de Moisés para que os israelitas escutassem e obedecessem aos mandamentos do Senhor sem acrescentar ou tirar algo da sua Palavra. A mesma advertência possui valor universal e atemporal. Portanto, o autor da Bíblia Gay incorre neste erro e é passível do juízo Divino (Pv 30:5,6).

O terceiro erro é a insistência de que Deus por ser amor sanciona, aprova e legitima o amor entre pessoas do mesmo sexo. Nesta linha de pensamento só o que vale é o sentimento afetivo e amoroso. No entanto, o amor não é o único e exclusivo atributo de Deus. A Bíblia afirma que Deus também é santo (Is 6:3; Ap 4:8) e que “sua vontade quanto à sexualidade humana é que ela seja expressadentro do casamento heterossexual, sendo proibidas as relações homossexuais” (Gn 2:24).

O quarto erro é pensar que boa intenção exclui a ortodoxia doutrinária. Querer que o evangelho seja inclusivo é uma boa intenção, mas se para isso as doutrinas fundamentais tiverem de ser rejeitadas, violadas, adulteradas, corrompidas, então de nada vale. Ananias e Safira possuíam boa intenção ao levar o dinheiro da venda do seu imóvel aos apóstolos. Mas o ato foi misturado com mentira, inverdade e parcialidade.  

O quinto erro é a tentativa de produzir uma Teologia Cristã Gay. Todas as argumentações “teológicas” foram refutadas há muito tempo. Ao tentar fazer isso, as evidências históricas, culturais e gramaticais são desconsideradas a revelia e arbitrariamente.

Por fim, ao apontar esses erros não o fazemos com crueldade, discriminação social, violência, ira ou vingança, contra os homossexuais.  Produzir uma Bíblia com tendências homossexuais configura um grito de desespero.  



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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

HOMOSSEXUALIDADE - DOENÇA OU PECADO?


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O juiz federal da 14ª vara do Distrito Federal, Brasília, concedeu liminar (15/09/2017) que abre brecha para que psicólogos ofereçam a terapia da reversão sexual, conhecida popularmente como cura gay. Não é de hoje que o assunto sobre se a homossexualidade é um distúrbio mental ou doença é discutido.

No final do século XIX a medicina e a psiquiatria classificou a homossexualidade como doença. Mas, mesmo dentro da medicina e da psiquiatria, no entanto, a homossexualidade não era universalmente vista como uma patologia. Alguns estudiosos, como Sigmund Freud e Henry Havelock Ellis adotaram posturas de aceitação. No início do século XX, Ellis (1901) argumentou que a homossexualidade era inata e, portanto, não era imoral, que não era uma doença, e que muitos homossexuais fizeram contribuições notáveis ​​para a sociedade. Nos EUA o assunto começou a ser discutido desde 1973 e a decisão dada pela Associação de Psiquiatria Americana foi remover o homossexualismo do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais ((Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders – DSM). A solução do assunto deu-se encerrado somente em 1986.

Creio que para a fé cristã a questão mais importante na discussão da homossexualidade não é se ela é doença ou não. Tal discussão é relevante do ponto de vista jurídico ou médico!! Considerar como doença me parece "forçar a barra", todavia, do ponto de vista cristão a prática é pecado. O que pode apresentar maior gravidade: a homossexualidade ser doença ou pecado?

Não creio que práticas como choques elétricos, terapias de reversão, hipnose, regressão ou outro qualquer método, seja capaz de produzir qualquer tipo de mudança na opção ou orientação sexual de uma pessoa. Contudo, penso que muitos homossexuais enfrentam grandes dificuldades psicológicas por conta da desaprovação social e moral e muitos deles querem se livrar das práticas homossexuais, mas não conseguem. Em suma o pecado (qualquer um deles) tem um efeito destrutivo sobre o pecador. O pecado torna a alma humana vazia e insatisfeita.

Não penso que os homossexuais precisam de cura física ou psicológica, pois não penso que homossexualidade seja doença ou distúrbio, mas de conversão espiritual ou regeneração em Cristo. Também avalio que a homossexualidade não é tão mais pecado que os desvios de conduta heterossexual. Toda a prática é pecado aos olhos de Deus.

Não é impossível para o homossexual receber a graça da salvação e libertação em Cristo, na sua vida. Isso já ocorreu no passado e ocorre ainda hoje. Sobre essa questão o apóstolo escreveu aos coríntios:
            
             Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os              sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os                  roubadores herdarão o reino de Deus.



 E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas                        haveis  sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. 

(I CORÍNTIOS 6:10,11).

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

DESTINO OU PLANO DIVINO?


Tudo o que ocorre, bom ou ruim, é coerente com o intento divino concebido antes da fundação do mundo (Êxodo 4:11).

Há um propósito nas coisas que nos acontecem? De um lado há a soberania de Deus, do outro a vontade humana. Como equacionar isso?

1. A Doutrina dos Decretos de Deus: Pelo termo “decreto de Deus” queremos significar o propósito ou determinação em relação a acontecimentos futuros. Isto diz que coisas acontecem de acordo com o propósito divino e não pelas leis fixas da natureza ou destino ou acaso. Negar os decretos ou a pré-ordenação de Deus é quase destroná-Lo. Tal ato O colocaria na reserva como expectador interessado no que acontece, mas sem poder agir.

2. Nossas decisões e a vontade de Deus (Efésios 5:17).
a. Vontade Preceptiva (Os Dez mandamentos) e Vontade Decretativa (Deuteronômio 29:29).

3. As ocorrências históricas bíblicas não deveriam ter acontecido do jeito que aconteceu? Havia possibilidade de não ocorrer? (Miquéias 5:2 cp Lucas 2:1-6).


4. A soberania de Deus não anula a responsabilidade humana. Deus executa seus planos através das nossas decisões (Atos 2:23; 4:27,28; Isaías 46:10; Salmos 115:3)

5. Deus não somente conhece o futuro, mas dirige soberanamente a história e realiza sua vontade soberana em todo o universo, atingindo, assim, seus propósitos santos.

6. Os planos de Deus se realizam nas mínimas coisas: (Mateus 10:29-31; 21:2; Lucas 22:10)

7. Por que orar? A oração é parte integrante dos planos de Deus (II Samuel 7:27-29; Daniel 9:2,3; Lucas 2:25-32).
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