terça-feira, 18 de outubro de 2011

CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL (Parte III - Doutrina)

A CCB É CONTRA O MINISTÉRIO PASTORAL


Os membros da CCB costumam dizer que em sua igreja não existe pastor, pois o único pastor deles é Jesus. Costumam chamar o líder ou dirigente da igreja de “ancião”. A palavra pastor tomou um tom pejorativo entre eles. Costumam falar sobre como devemos tomar cuidado com os falsos pastores e como eles enganam as pessoas! Mas se há o falso é notório que há também o verdadeiro. Não podemos desprezar uma nota verdadeira por que no mercado está correndo dinheiro falsificado!!!
Embora a CCB não aceite o Ministério pastoral a Bíblia, contudo é clara sobre o assunto:

“e vos darei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência” (Jr 3.15).
“E levantarei sobre elas pastores que as apascentem, e nunca mais temerão, nem se assombrarão, e nem uma delas faltará, diz o Senhor” (Jr 23.4).
“E ele (Jesus) deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres” (Ef 4.11).
“Lembrai-vos dos vossos pastores, os quais vos falaram a palavra de Deus, e, atentando para o êxito da sua carreira, imitai-lhes a fé” (Hb 13.7).
“Obedecei a vossos pastores, sendo-lhes submissos; porque velam por vossas almas como quem há de prestar contas delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil” (Hb 13.17).
Na CCB não é possível obedecer aos textos acima, pois eles não aceitam o ministério pastoral. Isto é apenas uma questão de lógica: “Cristãos são ovelhas e ovelhas são submissas a um pastor humano levantado por Cristo” (Leia: Ef 4.11; Hb 13.7 e 17). A verdadeira Igreja de Jesus Cristo têm pastor, sendo assim a CCB está fora dos parâmetros dessa realidade. Dizem que um homem não pode ser pastor de uma igreja, mas quem afirmou que nos daria pastores, foi o próprio Deus! Desobedecer a isso é afrontar o que Ele determinou; é insurgir contra sua autoridade e Palavra. As alegações da CCB são no mínimo infantis e de uma pobreza franciscana! O texto mais usado por eles é João cap.10 que diz: “Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem”, mas mesmo este texto não representa nenhum obstáculo ao ministério pastoral, muito pelo contrário - o confirma. Outro texto muito usado é o Salmo 23: “O Senhor é o meu pastor” e realmente o Senhor é o Sumo Pastor (I Pe 5.4) e se há sumo pastor é claro que há também subpastores ou pastores apenas, assim como no antigo Israel havia Sumo Sacerdote e também os sacerdotes auxiliares. Ora, a Bíblia diz que Jesus é nosso Sumo Sacerdote (Hb 8.1), mas também diz que nós somos sacerdotes igualmente (Ap 1.6). Veja que um não exclui o outro, da mesma maneira acontece com o cargo de pastor.
Para encerrar gostaríamos de fazer a seguinte pergunta: Os anciãos da CCB não apascentam as ovelhas; com conselho, instrução e pregações? É claro que sim. Tenho para mim que os anciãos da CCB fazem o papel de pastor, porém sem usar o rótulo. E o próprio Jesus ordenou isso a Pedro: “Disse-lhe Jesus: Apascenta as minhas ovelhas”.

SÃO CONTRA O SUSTENTO DO OBREIRO


“Outras igrejas despojei, recebendo delas salário, para vos servir” (II Co 11.8).
Paulo recebeu salário de certas igrejas em seus dias para servir aos crentes de Corinto. A CCB, porém, afirmam que o pastor ou obreiro que recebe salário é mercenário e ladrão. Prefiro ficar com a Bíblia a ficar com as opiniões da CCB. A respeito do salário e sustento do pastor ou obreiro a Bíblia diz ainda, entre outras coisas, o seguinte:

a) O pastor ou obreiro que se dedica à obra ministerial é digno do seu salário (I Tm 5.18).
b) Paulo ensinou a Igreja de Corinto a sustentar os obreiros do evangelho (I Co 9.4-14).
c) O mesmo apóstolo Paulo advertiu ao pastor Timóteo a não cuidar de negócios terrenos com o fim de sustentar-se, dedicando-se somente a pregação do evangelho (II Tm 2.4).
d) O apóstolo Pedro disse que a única ocupação dele e de seus companheiros de ministério eram a oração e a pregação do evangelho (At 6.4).
e) Simão e André abandonaram a profissão que exerceram por anos para se dedicarem unicamente ao ministério da Palavra (Mc 1.18).
f) Os apóstolos e Jesus viviam das ofertas que recebiam. Em João 12.6 lemos que havia uma bolsa para receber as ofertas, bolsa essa que Judas tirava o que podia, mas que mesmo assim mantinha dinheiro para comprar pão que sustentasse uma multidão (Jo 6.5-7).

Diante disto, quem se opõe ao sustento dos pastores e obreiros opõe-se à própria Palavra de Deus.

A CCB É Contra o Dízimo


O dízimo é o principal cavalo de batalha da CCB contra as igrejas evangélicas. Quem escuta um membro da CCB atacar o sistema de contribuição nas igrejas evangélicas tem a impressão que na CCB não existe nenhuma forma de arrecadação de dinheiro. Contudo, ledo engano!
Ensinam os anciãos da CCB, e seus adeptos vivem alardeando que o dízimo faz parte dos preceitos da lei e como esta foi abolido por Cristo, o dízimo também o foi juntamente. Como será então que eles mantêm a estrutura econômica de sua organização? Resposta: Através das ofertas que muitas vezes chega a ultrapassar o valor do dízimo. O sistema de ofertas na CCB funciona da seguinte maneira:

1. Oferta da Piedade.
2. Oferta para compra de terreno.
3. Oferta para fins de viagem.
4. Oferta para conservação de prédios.
5. Oferta de votos.

A Bíblia ensina e nós cristãos evangélicos acreditamos que o dízimo é santo (Lv 27.30); a CCB diz que o dízimo é para ladrões, a Bíblia diz que é para o Senhor (Ml 3.8-11). A CCB diz que o dízimo é coisa da lei; mas a Bíblia afirma que o dízimo é antes da lei e que a Igreja apostólica praticava o dízimo (Gn  14.18-29; Hb 7.8, 9). Quem começou a dar o dízimo foi o pai dos crentes, Abraão e para que essa benção continue a fluir em nossas vidas devemos imitá-lo (Gl 3.14). Embora o cristão deva sempre procurar ser mais que dizimista, pois Deus, nesta dispensação, nos chamou para excedermos os escribas e fariseus (Mt 23.23; Mt 55.20).
A CCB diz que dá a César o que é de César (Lc 20.25), mas quando é para dar a Deus inventa muitos argumentos e obstáculos. Assim eles demonstram ser mais fiéis a César (o governo) do que a Deus, mas o nosso Senhor os qualifica como ladrões; leiamos: “Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas” (Ml 3.8). Acredito que a única pessoa que quer que os filhos de Deus fiquem na miséria é o diabo (Jo 10.10) e para isso ele se transfigura em anjo de luz (II Co 11.14) e tenta fechar o meio de Deus abençoar o seu povo - que é dando os dízimos e as ofertas. Que nunca nos deixemos contaminar pela avareza (Cl 3.5) e devolvamos a Deus o que lhe pertence: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro (atualmente a igreja), para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos advenha a maior abastança” (Ml 3.10).

A CCB ACEITA A BEBIDA ALCOÓLICA


A embriaguês devido ao uso de bebidas alcoólicas entre os membros da CCB já lhes valeram o apelido de “Congregação Cristã do Barril”. Isto porque, em suas festas sociais como as de casamento e outras, não se intimidam em se embriagarem perante crentes e incrédulos.
Há casos reais de membros da CCB que foram flagrados ensaiando seus hinos para o culto à noite totalmente embriagados. Mas isto é o de menos, em comparação com o caso de um ancião que teve de ser carregado para cima do púlpito, pois estava cambaleando de bêbado!
Os membros da CCB desde os jovens até os adultos dão um verdadeiro show de mau testemunho para com os que estão de fora. Para esses, cai como uma luva as palavras do apóstolo Paulo: “Assim, pois, por vossa causa, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios...” (Rm 2.24)
A CCB alega que beber socialmente, ou seja, sem se embriagar não é pecado. Entretanto não é isso o que a Palavra de Deus nos afirma.
O beber socialmente tem sido o argumento que tem levado a muitos á beira da escravidão alcoólica. Haja vista que alguns começaram com uma simples bala de licor para hoje estarem viciados na bebida. Os centros de recuperação de “alcoólicos anônimos” continuam lotados enquanto que sistemas religiosos como o da CCB, tem se escondido atrás da alegação do diabo, de que os irmãos podem beber, é só tomarem cuidado para não se embriagarem! Mas voltemos à palavra de Deus, vejamos o que ela tem a nos dizer quanto a isso:

“Ai daquele que dá de beber ao seu próximo, adicionando à bebida o seu furor, e que o embebeda para ver a sua nudez! Serás farto de ignomínia em lugar de honra; bebe tu também, e sê como um incircunciso; o cálice da mão direita do Senhor se chegará a ti, e ignomínia cairá sobre a tua glória” (Hb 2.15, 16).
“Mas também estes cambaleiam por causa do vinho, e com a bebida forte se desencaminham; até o sacerdote e o profeta cambaleiam por causa da bebida forte, estão tontos do vinho, desencaminham-se por causa da bebida forte; erram na visão, e tropeçam no juízo” (Is 28.7).
“Não é dos reis, ó Lemuel, não é dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte; para que não bebam, e se esqueçam da lei, e pervertam o direito de quem anda aflito” (Pv 31.4, 5).
“O vinho é escarnecedor, e a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar não e sábio” (Pv 20.1).
“Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho (fermentado), quando resplandece no copo e se escoa suavemente” (Pv 23.31).
“Beberão, e cambalearão, e enlouquecerão, por causa da espada, que eu (o Senhor) enviarei entre eles” (Jr 25.16).

Os textos acima falam por si e não deixa dúvidas quanto à vontade de Deus em relação à bebida alcoólica. Entretanto vamos ainda falar do sacerdócio cristão.

OBJEÇÕES: Grupos religiosos que admitem bebida alcoólica como é o caso da Congregação, costumam se estribar na passagem da santa ceia onde Jesus ingeriu vinho. Raciocinam então: Se Jesus bebeu, nós podemos beber também!
RESPOSTA: Os evangelhos sinópticos empregam a expressão: “fruto da vide” (Mt 26.19 ; Mc 14.25; Lc  22.18).

O fruto da vide é o único vinho verdadeiramente natural contendo aproximadamente 20% de açúcar e nenhum álcool. A fermentação destrói boa parte do açúcar e altera aquilo que a videira produziu. O vinho fermentado não produzido pela videira. O Senhor instituiu a ceia guando Ele e seus discípulos estavam celebrando a páscoa. A lei da páscoa em Êxodo 12. 14,20 proibia durante a semana daquele evento a presença de “seor” (Êx 12.15) palavra hebraica para fermento ou qualquer agente fermentador, “seor”, no tempo antigo, era obtido especialmente da espuma espessa da superfície do vinho quando em fermentação. Além disso, todo o “hametz”, ou seja, qualquer coisa fermentada era proibida (Ex 13.7; 12.19). Deus dera essa lei por ser a fermentação o símbolo da corrupção e pecado. Sendo exatamente isso o que causa a bebida alcoólica no homem. O vinho da ceia de maneira alguma era fermentado tendo o teor de bebida forte!

OBJEÇÃO: Alegam ainda que Jesus não só transformou água em vinho na festa de casamento em Cana da Galiléia como também o bebeu, e acrescentam que aquele vinho não era o da santa ceia, mas vinho comum.
RESPOSTA: Faz-se necessária uma nota de esclarecimento a respeito desta passagem. Comenta o pastor Antonio M. N. Vieira em lições bíblicas que:

“A palestina, antiga Canaã, sempre foi um dos maiores produtores de uva do mundo (Nm 13.23). Por isso, seus moradores produziam diversos tipos de vinho, ou seja, com e sem fermento, azedo, etc. No versículo em apreço (2.3), encontramos o termo grego “oinos” (suco), “yayin” (hebraico), diferente de “sikera” (palavra semítica) e “shêkhâr” (hebraico) que significam “bebida forte”, alcoolizada (Lc 1.15), e “gleucos” (grego), “bebida embriagante” (At 2.13)
O vinho sem fermento “oinos”, era muito apreciado por todos, pois além de estimulante ao apetite, era um fortificante para o sangue e alimento protético para o organismo... o Filho de Deus fez questão de estabelecer o fruto da vide (“oinos”) como símbolo do seu sangue que ia ser derramado, para a remissão de nossos pecados ( Mt 26.27-29; I Co 11.25)”.

4 comentários:

  1. fariseu ipocrita perde seu tempo criticando a obra de Cristo na terra

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  2. se somos errado porque crecemos cada dia mais e porque Deus opera no nosso meio. Creio q vc foi um de nos mas muitos são chamados poucos escolhidos

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  3. Hipòcrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidaras em tiraro argueiro do olho do seu irmão(mateus7 verc5)

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  4. enquanto os cristaos se combatem entre si o adiversario ganha forcas

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