domingo, 11 de dezembro de 2011

O BISPO MANOEL BEZERRA TÁ DE BRINCADEIRA!

Por Gilson Barbosa 

Recebi com muita tristeza a informação (assista o vídeo abaixo) de que o bispo da Igreja Assembleia de Deus – ministério de Madureira, Manoel Bezerra, permitiu que a alta cúpula da Igreja da Unificação (Seita do Reverendo Moon) compartilhasse seus “objetivos”, por meio de palestra e considerações, no interior do Templo onde preside.

Os ensinamentos dessa seita são terríveis, antagônicas ao cristianismo e à luz das Escrituras Sagradas, e não deveria o bispo da AD-Madureira ter cedido um milímetro da ortodoxia doutrinário-teológica, tornando-se assim debaixo da sanção divina e desprezando o mandamento bíblico de que a função pastoral é ter cuidado das ovelhas sob sua responsabilidade.

O apóstolo Paulo ao despedir-se dos efésios, mandou chamar os presbíteros da igreja e lhes deu a seguinte ordem: “Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com seu próprio sangue” (At 20.28). Os presbíteros deveriam ter zelo, abnegação e cuidado com os membros daquela infante igreja e, isso significava ensino pautado nas Escrituras Sagradas. Tanto que no versículo seguinte o apóstolo diz que após sua partida lobos vorazes (falsos mestres) não pouparia o rebanho trazendo ensinos heréticos que conduzem a perdição. Infelizmente, no caso em questão, os lobos devoradores foram trazidos pelo próprio pastor para dentro do redil das ovelhas.

Pessoalmente, o que aconteceu na AD-Madureira, em Brasília, foi algo inadmissível num líder que tradicionalmente devia ter compromisso com as Escrituras. Ou seja, aquele que deveria cuidar das ovelhas, as entrega aos lobos devoradores. Este fato me faz recordar o ensino de Jesus contrapondo o pastor de ovelhas (o próprio Jesus) ao mercenário. Entre várias considerações Jesus afirma que o mercenário não tem cuidado com as ovelhas (Jo 10.13). É por isso que os pastores devem admitir (aceitar) e a igreja ter convicção que só ouvirão a voz do pastor (suas ordens, ensinamentos, etc) se esta estiver em conformidade com o ensino bíblico.

O problema é quando a igreja não possui capacidade teológica nem bíblica para discernir os desvios doutrinários e se amedrontam diante da “autoridade do ungido de Deus”.  Que o Justo Juiz julgue os procedimentos de tais homens e que os membros desta igreja sejam como os crentes bereanos, afinal, o bispo Manoel Bezerra não possui autoridade nem credencial apostólica (como Paulo), mas mesmo assim os ensinos paulinos foram avaliados à luz das Escrituras (At 17.10, 11).

Considera-se o bispo Manoel Bezerra superior a Paulo? Admitiria ter seu procedimento analisado biblicamente? Julga-se acima de tudo e todos? E os obreiros que compõem seu ministério? Algum chegou a adverti-lo? São perguntas que ficarão sem respostas por conta da ditadura eclesiástica e o corporativismo dos obreiros, infelizmente.

Para quem não conhece, segue uma análise aprofundada dos ensinos aberrantes da Igreja da Unificação. Por ser extenso dividi em partes. Sugiro que leia atentamente, sem pressa, depois faça sua avaliação e chegue a uma conclusão. O material é creditado ao Instituto Cristão de Pesquisas. 

Em Cristo,




A SEITA DO REVERENDO MOON (Parte I)

História de Sun Myung Moon

Para se conhecer a mensagem do Princípio Divino, é importante saber alguma coisa sobre seu mensageiro. Sun Myung Moon nasceu no povoado norte-coreano de Jung-ju, a 6 de janeiro de 1920 – de acordo com o calendário lunar (“A Teologia da Unificação”, p. 19).

Lemos a seguir:

Não foi antes da idade de 16 anos, entretanto, que Sun Myung Moon despertou para sua missão potencial de líder religioso.


 Nessa idade, precisamente em 17 de abril de 1936, ele declarou ter recebido uma revelação dada por Jesus que lhe disse: Termina a missão que comecei.

Não foi senão em 1 de maio de 1954, entretanto, que Moon oficialmente organizou a Associação do Espírito Santo para a Unificação do Cristianismo Mundial, em Seul, Coréia do Sul. A partir de 1960, Moon começou a expandir seus ensinos internacionalmente. Ainda nesse ano de 1960, Moon casou-se com Hak-Já Han, possuindo atualmente 12 filhos desse consórcio, um morto em 2 de janeiro de 1984, por nome Heung Jin Nim, cuja morte é assim interpretada:

Sabemos que ele sofreu um acidente no dia 22 de dezembro de 1983 e morreu em 2 de janeiro de 1984. Quando me lembro que estive com ele por alguns momentos, surgem em mim sentimentos de grande responsabilidade e seriedade. Ele veio para o Brasil mais depressa do que esperávamos, porém espiritualmente. Deu sua vida em lugar do Nosso Verdadeiro Pai e por toda a Humanidade, como o próprio Jesus Cristo há 2000 anos.

Da forma como Deus ofereceu seu Filho Jesus (Jo 3.16), assim o Rev. Moon deu seu filho Heung Jin Nim:

Devemos também nos lembrar da atitude de Nossos Verdadeiros Pais em ofertar seu amado filho como sacrifício. Deus havia nos ensinado isso antes, quando ofertou Jesus à Cruz (“Mundo Unificado” – Editorial de Waldir Cipriam – Jan/Fev/1984).

O valor da morte de Jesus (1 Co 15.3, 4) é comparado ao valor da morte do filho de Moon:

A morte de Heung Jin Nim tem importância maior até que a crucificação de Jesus. Heung Jin Nim morreu para construir a unificação e trazer vitória (“Mundo Unificado” – Jan/Fev. 1984, p. 12).

O casamento de Moon com a Srta. Hak-Já Han é considerado como o cumprimento de Ap 19.7-9. Moon e sua esposa mudaram-se para os Estados Unidos em 1972, onde iniciaram uma viagem de pregação por todo o país dando palestras.
A história de Moon é semelhante a todas aquelas que são contadas pelos fundadores de seitas falsas. Allan Kardec, Joseph Smith Jr., C.T. Russell, Ellen Gould White, Alziro Zarur, Manoel Jacinto Coelho. Os princípios são os mesmos:

• Foram iluminados desde crianças;
• Tiveram uma visão, iluminação, aparição;
Foram escolhidos para uma nova missão;
Receberam dons especiais;
• Escoram-se sempre em um grande líder anterior, seja     Buda, Confúcio, Maomé, Jesus Cristo;
• Têm uma mensagem exclusiva de salvação;
Vão revolucionar o mundo, tornando-o um paraíso terrestre.

Seus adeptos vivem de ilusão, de máscara e de fantasia. Moon, como não podia deixar de ser, não foge à regra e não passa de um fantoche nas mãos de outro mestre – Satanás (Cl 2.8).

As afirmações de Sun Myung Moon têm deixado claro que ele se considera o Messias desta era:

Com a plenitude do tempo, Deus enviou Seu mensageiro para resolver as questões fundamentais da vida e do universo. Seu nome é Sun Myung Moon. Por muitas décadas ele vagou em um vasto mundo espiritual à procura da verdade última. Neste caminho ele suportou sofrimentos ainda não imaginados por pessoa alguma na história humana. Somente Deus se lembrará disto. Sabendo que ninguém pode encontrara verdade última para salvar a humanidade sem passar pelas mais amargas provações, ele lutou sozinho contra uma multidão de forças satânicas, tanto no mundo espiritual como no mundo físico, e finalmente triunfou sobre todas elas (“Princípio Divino Introdução Geral”, Sun Myung Moon, Editora Associação do Espírito Santo para a Unificação do Cristianismo Mundial, 1ª Edição 1978, p. 12).

Até mesmo as doutrinas, que Moon afirma terem sido reveladas por Jesus a ele, opõem‑se ao Cristianismo. Se lhe perguntamos: Qual a autoridade que tem para afirmar coisas estranhas ao Cristianismo? Ele – Moon – responde: Eu falei com Jesus.

Desta maneira ele entrou em contato com muitos santos no paraíso e com Jesus, revelando assim todos os segredos celestes, mediante sua comunhão com Deus (“Princípio Divino Introdução Geral”, Sun Myung Moon, Editora Associação do Espírito Santo para a Unificação do Cristianismo Mundial, 1ª Edição 1978, p. 12).

A expressão na plenitude do tempo é tirada de Gálatas 4.4‑6 e, por conseguinte, é usurpação, pois é exclusiva de Jesus; se aplicam a Jesus, e Moon as reivindica para si, não passa ele de um anticristo (1 Jo 2.18‑19). É ele, pois, um outro Jesus (2 Co 11.4) ou um falso Cristo (Mt 24.23‑25).

Se Moon procura usurpar o lugar de Jesus, não deixa por menos ao declarar possuir o poder ou autoridade de Jesus de perdoar os pecados. E assim é que se diz dele:

Ele (Moon) está também qualificado para apagar o pecado. Ele pode solucionar a queda do homem e pode ser meu Salvador. Se eles pudessem entender a queda do homem poderiam entender que o Pai (Moon) é o Messias (“Manual de Treinamento em 120 dias”, p. 222).

Como de modo habitual o perdão de pecados é pedido a Jesus, para que alguém possa receber perdão de pecados, deve dirigir‑se a Moon em oração:

As orações deveriam ser oferecidas ao Pai celestial através dos Pais Verdadeiros (Moon e sua esposa)... O Pai disse que ele ouve a oração de qualquer um que se dirige diretamente ao Pai (Moon) (“Manual de Treinamento em 120 Dias”, p. 203).

Com razão os judeus argumentaram: Porque diz este assim blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão Deus? (Mc 2.7). O versículo 10 afirma que Jesus pode fazê‑lo. Outros textos que confirmam o poder de Jesus para perdoar pecados, que, aliás, é uma atribuição própria de Deus (Is 43.25). Compare com (1 Jo 1.7‑9; Ap 1.5; At 5.31).

Jesus ensinou a orar em Mateus 6.9: Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome. Quanto a chamarmos alguém de Pai no sentido espiritual, disse Jesus em Mateus 23.8-10: Vós, porém, não queiras ser chamado de Rabi, porque um é vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos. E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um é vosso Pai, o qual está nos céus. Nem vos chameis de Mestre, que é o Cristo. Deu instruções mais sobre como orar em João 14.13, 14; 16.24. Orar é adorar, e orar ao Pai Moon corresponde a adorá-lo, o que é idolatria (1 Jo 5.21; Rm 1.21-30).

Desde que os moonistas devem orar a Moon e que nem sempre a oração pode ser feita de joelhos em qualquer lugar, para não impedir que os seus seguidores estejam em contato permanente com ele, devem levar uma fotografia sua, pois assim estarão protegidos.

Princípio Divino

Na Igreja da Unificação os escritos e ensinamentos de Moon têm prioridade sobre a Bíblia. E a Bíblia usada na Igreja da Unificação? Sim.

Mas até que ponto ela constitui fonte de autoridade? Até que a missão de Moon junto às igrejas evangélicas esteja cumprida. Citam a Bíblia para provar que o livroPrincípio Divino” possa ser aceito. Depois, podem dispensar a Bíblia, pois embora a Bíblia seja um livro de texto que ensina a verdade, não é a própria verdade.

Talvez desagrade a crentes religiosos, especialmente cristãos, aprenderem que deve surgir uma nova expressão da verdade. Acreditam que a Bíblia que agora têm é perfeita e absoluta em si mesma. A verdade, logicamente, é única, eterna, imutável e absoluta. A Bíblia, porém, não é a própria verdade, senão um livro de texto que ensina a verdade. Naturalmente, a qualidade do ensinamento e o método e a amplitude da verdade dada devem variar de acordo com cada idade, pois a verdade é dada a povos de épocas diferentes, cujos níveis espirituais e intelectuais são diferentes. Portanto, não devemos considerar o livro de texto como absoluto em todos os detalhes (cf. Parte 1, Capítulo III, Seção V) (“Princípio Divino”, Sun Myung Moon, Editora Associação do Espírito Santo para a Unificação do Cristianismo Mundial, la Edição 1978, p. 7).

Por que os moonistas estudam a Bíblia?

Nós estudamos a Bíblia para confirmar nossa crença através do conhecimento da verdade (“Princípio Divino”, Sun Myung Moon, Editora Associação do Espírito Santo para a Unificação do Cristianismo Mundial, 1a Edição 1978, p. 6).

A que deve ser comparada a Bíblia? O que se deve fazer quando aparece Uma luz mais brilhante?

A escritura pode ser comparada a uma lâmpada que alumia a verdade. Sua missão é espalhar a luz da verdade. Quando uma luz mais brilhante aparece, extingue-se a missão da antiga. Todas as religiões de hoje falharam em conduzir a presente geração do vale escuro da morte para o brilho da vida, de forma que deve agora surgir uma nova verdade, que possa espalhar uma nova luz (“Princípio Divino”, Sun Myung Moon, Editora Associação do Espírito Santo para a Unificação do Cristianismo Mundial, 1a Edição 1978, p. 7).

Qual o grau de inspiração do “Princípio Divino”?

O que queremos dizer ao afirmar que o Princípio Divinoé inspirado? Acreditamos que Deus revelou ao Reverendo Moon a essência basilar de sua doutrina, que tem sido demonstrada e aperfeiçoada através de colóquios com os primeiros discípulos. Destarte, o livro abrange tanto a essência do Princípio Divino, como os fatos que o demonstram (“Teologia da Unificação”, p. 55).

Se o “Princípio Divinotem a mesma Inspiração da Bíblia, qual será o fim da Bíblia? Perderá sua utilidade?

...o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu... (Mt 24.29). Naturalmente, aqui a luz do sol significa a luz das palavras de Jesus, e a luz da lua significa a luz do Espírito Santo, que veio como o Espírito de verdade (Jo 16.13). Por isto, o fato de que o sol e a lua perderam sua luz significa que as Palavras do Novo Testamento faladas por Jesus e o Espírito Santo, perderão a sua luz (“Princípio Divino”, Sun Myung Moon, Associação do Espírito Santo para Unificação do Cristianismo Mundial 1a Edição, 1978, p. 91).

Fica claro, pois, que longe de serem as crenças da Igreja da Unificação baseadas inteiramente na Bíblia, tais crenças, na verdade, são alicerçadas nas revelações de Moon. Como outros grupos religiosos falsos, a Bíblia é citada apenas para apoiar suas crenças e práticas obtidas de fonte extra bíblica. Daí porque não é surpresa encontrarmos doutrinas inteiramente opostas ao ensino geral da Bíblia.

As afirmações de Moon sobre a Bíblia estão em completo desacordo com a Bíblia. As Escrituras testificam: Seca‑se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente (Sl 40.8). Jesus disse: O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar (Mt 24.35). A idéia de que as palavras de Jesus poderão, de algum modo, perder o seu brilho é inteiramente estranha aos ensinamentos da Bíblia. Além disso, a Bíblia ensina quepesada condenação para aqueles que acrescentarem ao que as Escrituras revelam: Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do Senhor vosso Deus, que eu vos mando (Dt 4.2), veja também (Pv 30.5, 6; Ap 22.18, 19). Além disso, as Escrituras deixam claro o seguinte: Amados, procurando eu escrever‑vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive pôr necessidade escrever‑vos e exortar‑vos a batalhar pela que uma vez foi dada aos santos (Jd 3).

As declarações de Moon não podem ser aceitas:

Como poderiam as Palavras do Novo Testamento vir a perder a sua luz? Assim como as Palavras do Velho Testamento perderam sua luz quando Jesus e o Espírito Santo vieram, com novas Palavras, a fim de realizar as Palavras do Velho Testamento, assim também as Palavras do Novo Testamento que Jesus deu ao povo em seu Primeiro Advento perderão sua luz quando Cristo vier novamente com a nova Palavra a fim de realizar as Palavras do Novo Testamento, fazendo um novo céu e uma nova terra (Ap. 21.1; cf. Parte I, Capítulo III, Seção V, 1). Aqui, o fato de perderem as palavras a sua luz significa que o período de sua missão terminou, com a chegada da nova idade (“Princípio Divino”, Sun Myung Moon, Editora Associação do Espírito Santo para a Unificação do Cristianismo Mundial, 1ª Edição, 1978, p. 91).

Qualquer assim chamada revelação que contradiz o que previamente foi revelado é culpada por acrescentar à Palavra de Deus e será descartada. O livroPrincípio Divino” está nesta categoria.

O livroPrincípio Divino” está dividido em duas partes, assemelhando-se à Bíblia que também tem duas divisões – o Antigo e o Novo Testamento. A primeira parte do livroPrincípio Divino” assemelha-se a um livro de teologia sistemática, apresentando os seguintes títulos:

1. O Princípio da Criação;
2. A Queda do Homem;
3. A Consumação da História Humana;
4. O Advento do Messias;
5. Ressurreição;
6. Predestinação;
7. Cristologia.

Na segunda parte, os títulos dos capítulos são mais estranhos e pouco familiares:

1. A Idade Providencial para o funcionamento da Restauração;
2. A Providência da Restauração Centralizada na Família de Moisés a Jesus;
3. A Formação e a extensão de cada Idade na História da Providência;
4. A Idade Providencial da Restauração e a Idade do Prolongamento da Restauração do Ponto de Vista da Identidade de Tempo Providencial;
5. O Período de Preparação para o Segundo Advento do Messias;
6. O Segundo Advento.

Quando se pensa que a nova verdade de Moon exposta no livroPrincípio Divino, Introdução Gera” fosse a última verdade, eis que lemos no mesmo:

OPrincípio Divinorevelado neste livro é apenas parte desta Nova Verdade. Nós registramos aqui o que os discípulos de Sun Myung Moon até agora ouviram e testemunharam. Nós acreditamos com alegre expectativa que, com o passar do tempo, partes mais profundas da verdade serão continuamente reveladas. E nossa oração mais sincera, que a luz da verdade rapidamente encha toda a terra (“Princípio Divino”, Sun Myung Moon, Editora Associação do Espírito Santo para a Unificação do Cristianismo Mundial 1a edição, 1978, p.12).

A Bíblia é mais categórica em afirmar ser a verdade última: Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho (Hb 1.1), que por sua vez afirmou em João 14.6 ser a verdade imutável, confira: Disse-lhes Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. Em João 1.9 se que: Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo. Jesus diz: Examinai as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam (Jo 5.39). A Bíblia é, pois, suficiente (2 Tm 3.16-17). A própria Bíblia se chama a palavra fiel (1 Tm 1.15): Esta é uma palavra fiel, e digna de toda aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.




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